When I get sad, I stop being sad, and be awesome instead. True story.

Bem, depois do último post e do comentário do Thiago de que eu estou “procurando Amy”, eu admito que fiquei me sentindo meio mal. Mas o post não é sobre isso, claro que não. Eu sou maduro o bastante para não escrever nada no blog sobre o fato de ter passado a noite de ontem sentado assistindo “Chasing Amy” e tomando sorvete enquanto tive a crise de remorso número 785 por ter terminado meu namoro. Também não vou, obviamente, mencionar que fiquei deitado ouvindo Travis até de madrugada. Nem, nunca, eu não sou o tipo de cara que escreve isso num blog. Afinal, esse é um blog solteiro, feliz e disponível pra negócio. Ok, um pouco menos, mas não vamos mais falar nisso… Na verdade esse post é para tratar de outro comentário do post anterior, sobre minha recém-iniciada coleção de mascotes. Decidi então, para acabar com essa vibe depressiva que tomou conta do JWuiB, apresentar aqui meus dois mascotes oficiais nessa jornada solitária em Viçosa.

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Amélie Poulain, a rinoceronta (ex-parmalat) de pelúcia

Origem: Estava eu no carnaval de Visconde do Rio Branco junto com meu amigo Paulinho “Parmalat” quando ele encontra com duas garotas segurando um bichinho da parmalat, um rinoceronte, no caso. Paulinho pega o bichinho e vai embora, depois de cumprimentar as garotas.Eu, claro, achei que ele conhecia as meninas. Mas ele não conhecia, o que, desconfio, torna isso que ele fez ilegal… Alguns dias depois, na hora de voltar para casa, descubro que algum bêbado escondeu o bichinho no meio das minhas coisas e acabo trazendo o coitado para cá. Chegando aqui em Viçosa a moça que limpa o meu apartamento conclui que é uma “rinoceronta”, e não me dá nenhum tipo de explicação racional para essa constatação. Eu, já chocado com tantas atitudes sem sentido, apenas aceito e batizo a criatura com o nome de uma das minhas personagens favoritas do cinema. A caixinha de leite foi extraviada durante a viagem.

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Venonzinho, o simbionte alienígena maligno de pelúcia

Origem: Estou eu passando perto de uma loja de brinquedos em Juiz de Fora quando vejo na vitrine versões em pelúcia dos vilões do Homem-Aranha. A partir daí o desfecho é óbvio para qualquer um, incluindo a parte em que eu corrijo a pronúncia da vendedora para o nome do personagem e faço alguns breves comentários sobre o terceiro filme da franquia, que ela achou muito bom mas eu considerei bem fraco em termos de roteiro. E, claro, ainda consegui um desconto de 5 reais depois de explicar o final de “Watchmen” pra ela…

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6 Comentários

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6 Respostas para “When I get sad, I stop being sad, and be awesome instead. True story.

  1. erica l.

    Mas está evidente, pela foto, que se trata de uma ‘rinoceronta’! Ou um rinoceronte bebê! (…) Já meu hipopótamo rosa choque com um coração vermelho na buzanfa é menino. Um menino confuso, mas ainda assim um menino. É só olhar pra cara deles, you just know!

    Sobre o post passado (pq comentar no post correto é para os fracos!), deve ser brabo mesmo… Se eu tivesse um ex namorado, o que não é o caso, eu provavelmente teria sérias dificuldades de superar totalmente. Ás vezes eu lembro até dos seres mais inexpressivos da história da inexpressividade que passaram pela minha vida. Outros nem tanto. E o orkut é maldição! Você descreveu o ciclo perfeitamente: “olha como ele está bem… que seja feliz… ah, pro inferno, que morra!!!!!”

    Sei que não ajudei, mas pelo menos agora você sabe que não é o único problemático do mundo. Não que em algum momento você tenha pensado isso.

    Tá, já tô indo.

  2. Eu quero meu Carnificina…

  3. Juninho

    Vc tah comendo essa rinoceronta neh Jao?

  4. ThiagoFC

    Caramba, não sabia que minhas palavras poderiam causar tanto impacto. Tá pronto para rever Alta Fidelidade? (Fui cruel demais? hehe)

    Ainda comentando o post anterior: nessa era politicamente correta (e chata) seria melhor você dizer “Lado SOMBRIO da Força” [/babaquice]

  5. Legal conhecer sua família.

    Este post me inspirou. Fiz o mesmo.

    Ah, meu coala perguntou se a sua rinoceronta tem telefone.

  6. Ontem, páscoa, recebo uma ligação de um número estranho. Marido da minha prima que tinha acabado de chegar de Sete Lagoas. “Tô aqui em frente ao seu apartamento. Seu pai mandou uma encomenda para você.”

    Detalhe: meu pai não sabe que eu me mudei para morar com o namorado.

    Eu: “er… Fica aí. Eu mudei de casa mas moro pertinho”.
    (nem tão perto, na verdade)

    Saí correndo e encontrei ele na praça da Igreja com uma caixa para mim. Um ovo de chocolate do meu pai e (brincadeirinha sem graça) um “elefante da páscoa” de pelúcia da minha mãe.

    Eu não pude batizá-lo. Já veio com nome: Buba.

    É meu primeiro bichinho de pelúcia na nova casa. Eu doei os meus quando me mudei.

    A propósito, o Venon de pelúcia é legal! E o seu novo computador parece muito mais eficiente que o antigo. Vou começar a te mandar links com vídeos.

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