Arquivo da categoria: Milton Neves

…e agora, para algo completamente diferente #89

gilberto barros

E nessa semana não temos texto novo no blog mas sim uma participação especial no Papo de Homem falando sobre o processo lógico das teorias da conspiração, o que elas dizem sobre a época em que vivemos e o fato de que se você escreve um texto dizendo que teorias da conspiração estão, em 99% das vezes, absurdamente equivocadas, cerca de 90% dos comentários vão ser de pessoas dizendo que seu texto é parte de alguma conspiração pra que as pessoas não saibam da verdade.

 

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Gonna find my baby, gonna hold her tight, gonna grab some afternoon delight

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Nesta semana que passou não tivemos texto novo por aqui mas em compensação discutimos a obrigatoriedade dos “relacionamentos sérios” no Papo de Homem, o uso de palavrões e do constrangimento como ferramentas de humor no Sobre Comédia e também o ódio do Alan Moore pelos super-heróis no Danger!. Clique nos links para prestigiar os assuntos mas não deixe de ler os comentários, fui xingado de algumas coisas bem criativas essa semana e acho que em breve alguém vai superar o dia em que um cara disse que eu “colocava a vagina num pedestal” e eu senti como é viver na vida real uma cena do filme “O virgem de 40 anos”.

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E agora para algo completamente diferente #2

Gilberto-Barros

E nessa semana contribuímos no Sobre Comédia com um texto cheio de amor e carinho sobre It Crowd e a possibilidade de uma série “sobre nerds” que também é sobre internet, pessoas sendo dadas como mortas no ambiente corporativo e massagens que terminam com beijinhos na bunda:

“Ou seja, mais do que se colocar como refém da premissa ou explorar até a exaustão seu conflito básico, It Crowd é uma série que usa esses conceitos como trampolim para levar o humor nas direções mais absurdas, sem que isso nunca pareça forçado ou fora do lugar. Desde o gótico trancado numa salinha no porão, passando pelo chefe com uma mão biônica até competições de quiz secretas, a série usa sua premissa mais como um filtro através do qual introduz e analisa todos esses eventos dentro de uma lógica própria onde qualquer coisa pode acontecer e eventualmente acontece”.

E para o Cachorro no Campo oferecemos um artigo repleto de ódio, rancor e hostilidade questionando a capacidade cognitiva do atleta profissional brasileiro e a impossibilidade de uma vida plena e cidadã num mundo em que um cara que recebe 200 mil reais por mês comete uma inversão de lateral numa partida oficial de campeonato:

“Repare nos gols perdidos, repare nos vacilos das defesas, nos erros de passe, na simples postura dentro do campo. São caras que fazem uma falta por trás, pra vermelho, tomam o amarelo e consideram que a atitude mais razoável depois disso é xingar acintosamente o juiz. São homens adultos que com cinco minutos do primeiro tempo de um jogo de campeonato de pontos corridos ficam irritados a ponto de socar alguém sem bola. São goleiros que com uma vantagem de 3×0 no placar e um a mais acham que vale a pena fazer um pênalti e ser expulsos tentando evitar um chute sem ângulo dado por um jogador horrível. São atletas que recebem 100 mil reais por mês e mesmo assim tentam sair dando caneta quando são os últimos homens da defesa numa partida de luta contra o rebaixamento”

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Publieditorial #73: As novas mídias estão mortas, viva as antigas mídias

miltaoneves

Acredito que uma das grandes lições que eu aprendi nessa vida sobre o valor e relatividade da fama na internet aconteceu quando eu disse pro meu irmão que meu blog tinha conseguido dez mil acessos num dia, ele me perguntou o que isso queria dizer, eu disse que queria dizer muita gente e ele me perguntou “mas vai conseguir transar por causa disso?”. Nesse dia eu não apenas aprendi muito sobre o mundo online quanto também sobre o mundo offline, além de ter aceitado o fato de que não, eu não ia conseguir transar por causa daquilo. E dez mil acessos não são isso tudo também.

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Dez textos de uma breve egotrip patrocinada

Para os que não se lembram, 2010 foi basicamente o ano da virada aqui no Just Wrapped em termos de visibilidade, já que no mesmo curto período de tempo não apenas fomos apadrinhados pelo conglomerado Interbarney – lucrativo como um agiota do interior porém carinhoso como um afago de mãe – como  comecei a escrever artigos para o Papo de Homem, um portal com um fluxo de leitores infinitamente maior do que esse humilde blog e cujo nome a galera efetivamente consegue pronunciar – “como se chama seu blog mesmo, joão? justiça na lapa? é isso?”.

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Publieditorial #19: Quem sabe um dia em Marrakesh…

Amigos, o Magic Pagode foi indicado ao Judão Tchananã Awards na categoria de Melhor Tumblr do ano de 2010, para meu orgulho e alegria. Mas mais do que um êxito pessoal num ano muito legal da minha vida, mais do que um grande passo na nossa luta pelo reconhecimento do pagode noventista como movimento cultural relevante para a sociedade contemporânea, mais do que um sinal de que o nosso país já está preparado para retirar do ostracismo pessoas como Salgadinho, o coreógrafo do grupo Razão Brasileira ou mesmo o Roberto Leal (que nunca cantou pagode, mas é um cara bacana também), essa indicação é uma vitória de cada um de nós e de todos vocês.

Por isso além de pedir seu voto para que possamos levar essa taça e dedicar o prêmio ao Royce do Cavaco, gostaria de agradecer a todos que apoiaram e prestigiaram esse audacioso projeto desde a sua criação até esse momento de glória. Em algum lugar, com toda a certeza, Agepê está sorrindo para nós, provavelmente por outra razão.

Para votar no Judão Tchananã Awards 2010, clique aqui.

Para ver de novo o clipe do Razão Brasileira e tentar decorar esses passinhos, clique aqui.

Para ver um vídeo com William Shatner recitando “My Way” para George Lucas cercado por stormstroopers, que não tem absolutamente nada a ver com esse assunto mas é espetacular, clque aqui.

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Top 7 – Grandes momentos do Just Wrapped em 2010

E então é Natal. Mas ao invés de perguntar o que você fez e te dar aquele momento desconfortável de retrospectiva do ano, lembrando das aulas que você matou na academia, seu namoro que acabou e seu bicho de estimação (um furão cego) que morreu após tentar nadar na privada, resolvi listar aqui os 7 grandes momentos do Just Wrapped em 2010, tomando como referência os textos mais acessados pelos nossos sensatos e sempre criteriosos leitores. Aproveitem então essa bela viagem pelo que este blog teve de mais emocionante, épico e até mesmo fofo no ano neste ano que passou, com um forte abraço a todos os envolvidos. Vem comigo!

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Publieditorial #13: Um apelo pessoal

Devido a alguns problemas de comunicação com a editora, parece que tem sido bem complicado obter cópias dos dois volumes das coletâneas de contos das quais eu participei e que saíram pela Belacop no decorrer deste ano (e eu fico muito grato mesmo aos que tentaram). Então, ainda que eu sinceramente ache que poderia ser mais interessante manter um baixo número de exemplares no mercado para que o livro algum dia se torne cult, tomei a atitude de conseguir mais algumas cópias para que eu mesmo possa realizar a venda direta, na base da amizade e da parceria, sem abuso, sem abuso, como diria Leandro Lehart.

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Novas diretrizes em tempos de paz – II

E ao que parece concluímos a nossa migração para o novo portal com êxito. Os serviços de tecnologia da informação e suporte técnico do conglomerado Interbarney transferiram com genialidade e maestria os arquivos do antigo blog para o novo (com agradecimentos especiais ao @ezulian, um dos últimos praticantes da TI arte, da TI moleque, da TI de pé no chão e sorriso no rosto); o novo header, criado especialmente pelo meu amigo Gustavo Coelho usando uma arte do Mike Allred ficou bacana, os textos novos estão mantendo o mesmo padrão dos antigos (seja isso bom ou ruim), o blogroll com amigos e parceiros já está atualizado (e você, meu amigo, que deixou o seu blog parado durante seis meses agora voltou a atualizar, me avise, por favor) e tenho certeza que a qualquer momento o telefone vai tocar e vai ser o pessoal da revista Capricho me chamando pra sair na capa sem camisa. Mas além dessas, existe mais uma emocionante novidade neste novo momento do Just Wrapped.

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Top 5 – Grandes comentários cheios de presença da Copa do Mundo de 2010

casagrande

“A culpa é da Jabulani”: “A culpa é da bola” é o novo “a culpa é da sociedade”, servindo de justificativa para qualquer chute errado, passe bizarro, lançamento sem sentido ou falta violenta em que nem mesmo dava pra notar a bola no campo de visão da câmera. Essa verdade conveniente somada a dados bizarros como os resultantes dos testes da NASA com a bola da Copa (“à partir dos 75 km/h a Jabulani se torna imprevisível e pode se portar de qualquer maneira imaginável. ou seja, você chuta uma bola e o que chega no goleiro é um filhote de pingüim, por exemplo”), levou a um nível de atenção extremamente insólito, que nenhuma bola jamais havia recebido na história dos mundiais (a bola da Copa de 70, por exemplo, não tinha nome, sendo chamada apenas de “a bola”), gerando mais um tsunami de clichês entre os comentaristas esportivos brasileiros.

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