Arquivo da tag: a culpa é da sociedade

Colegas que não ajudam o seu trabalho: #87, #88, #89

A drenadora de alegria: Possivelmente um ex-cavaleiro do apocalipse cujo nome não foi mencionado no novo testamento porque acharam que “Selma” não era tão sonoro quanto “Guerra”, “Fome” e “Morte”, essa colega parece ter como objetivo principal na vida eliminar qualquer traço de alegria, animação ou felicidade que o ambiente de trabalho possa oferecer. Prazos apertados? Ela diz que não vai dar tempo. Cortes na gerência? Ela garante que todos vão ser demitidos. Comemorações de aniversário? Ela menciona de passagem a lenta caminhada de tudo que vive em direção a entropia. Um celular toca? Ela grita que é o alarme de incêndio e começa a assobiar o tema de “Inferno na Torre” enquanto procura por “edifício andorinha” no youtube.

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Arquivado em é como as coisas são, Gente bizarra, homens trabalhando, vida profissional

Who watches the commentmen?

Faz um certo tempo que eu parei de ler jornais impressos. Quer dizer, sendo sincero, mas sincero mesmo, eu nunca gostei tanto assim de ler jornais (por isso sou jornalista, acho: vingança pura e simples) e durante grande parte da minha vida lia só a página de esportes e o segundo caderno, mas isso não vem ao caso. A questão é que atualmente todo o contato que eu tenho com jornais impressos vem do Destak que eu ganho no metrô e basicamente pára por aí: o resto é basicamente internet. Leio o Globo, a Folha, o Terra, o UOL,  Estadão, alguns blogs e alguns portais estrangeiros (e tudo mais que dá pra ler antes que minha chefe note e me diga pra voltar a trabalhar), visando me manter um profissional de comunicação bem informado e totalmente consciente dos rumos da economia brasileira, da política mundial e da vida pessoal da Solange Freire, ex-banheira do Gugu e que transou com o Renato Gaúcho na ponte Rio-Niterói. Tensa a vida do Renato, não?

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Arquivado em Gente bizarra, Mundo (Su)Real

Problemas práticos do romantismo teórico – IX

Eu não sei quantos de vocês gostam de “How i met your mother” ou mesmo quantos de vocês sequer conhecem a existência da série (que por sinal é sensacional), mas teve uma cena na 3ª temporada dela que levantou uma questão que é meio bizarra nos dias de hoje: a de que o romance, assim como o açúcar e as bebidas destiladas, é algo com cujas grandes quantidades nós não sabemos lidar no nosso cotidiano. Nós pensamos nisso, talvez as garotas se ressintam da falta disso, mas em termos reais definitivamente não estamos preparados para lidar com certos graus de romantismo. Mas vamos à cena e ao contexto.

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Arquivado em romantismo desperdiçado, Sem Categoria