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5 sugestões de músicas para um pancadão efetivamente neurótico

MC Sapão – Eu tô tranquilão (apenas no exterior já que por dentro ando me roendo de insegurança em relação ao nosso relacionamento)

MC Leozinho – Ela só pensa em dançar (o que tem me deixado meio preocupado porque ela está me dando menos atenção e eu acho que isso só pode querer dizer que ela quer terminar)

MC Marcinho – Tudo é festa (exceto pra mim porque eu não consigo me concentrar nas comemorações já que mandei esse sms pra ela dez minutos atrás e ela ainda não respondeu, o que só pode querer dizer que ela quer terminar)

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Novas aventuras em lo-fi #7

Como eu já mencionei em oportunidades anteriores (mas negarei sem problemas se algum dia minha vida depender disso) eu realmente não me dou bem com hip-hop, tenho certas restrições ao r&b e sou um pouco implicante com rap, provavelmente por ser gago e ficar deprimido quando penso que algumas pessoas falam 30 palavras por minuto enquanto eu teria que mandar um sms pros bombeiros se meu apartamento pegasse fogo. Ainda assim, eu nunca me cansei de admitir que os clipes desses gêneros estão quase sempre entre os melhores já feitos pela humanidade em termos de conceito, roteiro, execução, atuação, figurino e tudo mais. E mesmo diante da competição pesada que existe numa vertente que já nos ofereceu desde “Because i got high” até a já citada aqui “Sexy Bitch”, um clipe que entrou facilmente na minha lista de favoritos foi o da já clássica Buzzin’ do querido e simpático Shwayze. Continuar lendo

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Novas aventuras em lo-fi #3

Eu não curto muito hip-hop americano*. Nada pessoal, nada contra, apenas não rola aquela identificação conceitual (eles são grandes, eles falam sobre prostitutas e brigas de gangues e, no caso do Eminem, querem matar a própria mãe, ou seja, realmente não faz sentido pra mim) e muito menos aquela compreensão da letra (se eu não agüento um amigo meu falando durante 5 minutos sobre como é mau, fodão e transa com todo mundo, porque eu agüentaria um desconhecido, certo?), o que faz com que o hip-hop seja possivelmente um dos ritmos pelos quais eu demonstre menos interesse (ainda que eu ache o Snoopy Dogg engraçado e sempre tente me manter atualizado quanto ao nome atual do P. Diddy e coisas do tipo)

Por isso quando eu domingo passado na sala, meio gripado, despenteado e abraçado a um edredon como se fosse o Linus em Peanuts, apenas a inércia me fez manter a TV no Multishow durante uma daquelas intermináveis e dolorosas sessões de clipes que eles têm, que deveriam servir pra mostrar o que faz sucesso hoje em dia mas na maior parte do tempo só servem pra nos lembrar de que sim, o mundo merece acabar numa imensa bola incandescente e isso vai acontecer ao som de Jonas Brothers e Cine.

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