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3 pesadelos recorrentes dessas noites quentes de janeiro

#Tudo começa comigo num shopping. Estou cercado de mortos-vivos por todos os lados. Eu não sei como aquilo aconteceu e eu não sei como cheguei ali, tudo que sei é que estou sendo perseguido e preciso correr. E é isso que eu faço. A sensação é de tensão, pânico e sufocamento, como se eles pudessem surgir de qualquer lugar e eu não tivesse nenhuma rota de fuga, até que eu acho uma porta que dá pro estacionamento do shopping. Saindo por essa porta eu me deparo com um pátio imenso, no meio do qual existe apenas um carro, que eu, instintivamente, sei que está aberto. E eu vou correndo na direção dele, perseguido pela imensa hora de zumbis, como se todo mundo que estava no shopping tivesse sido contaminado, menos eu.

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Top 5 – Piores pesadelos recorrentes

Inspirado no post da Érica resolvi listar aqui os meus piores pesadelos recorrentes, ou seja, aqueles que mais vezes me aterrorizaram até hoje.

O do Lanterna Verde: eu estou em um beco, saindo de um bar com meus amigos, mas eu preciso urinar num canto do beco e eles me deixam pra trás. Aí aparece um anão azul voador que obviamente é um Guardião do Universo (obviamente pra mim, pra vocês está aqui o link) e ele me diz: “João Luis, por sua grande capacidade de superar o medo você foi escolhido como o Lanterna Verde do setor 2814. Aqui estão seu anel e sua bateria”. E aí eu coloco o anel e surge em mim um sensacional e clássico uniforme levemente inspirado no do Hal Jordan mas com toques de Sodam Yat (mais links pra vocês) e eu começo a fazer o juramento e carregar o anel. E aí, logo no meio do “no dia mais claro, na noite mais densa” o anão vira e me pergunta se o meu Luis é com s ou com z. Porque se for com s ele entregou o anel pro cara errado e vai ter que pegar de volta.

O do lateral: é uma final de campeonato mundial e eu sou zagueiro do Flamengo. Estamos perdendo para o Real Madri por 1×0 e o Robinho está vindo com a bola dominada pra cima de mim, que sou o último homem. Ele ginga para um lado, ginga para o outro e pedala. Assim que ele coloca a bola na frente eu levanto meu pé a quase um metro e meio do chão e lhe acerto uma bicuda no peito, que o juiz considera lance de jogo. Saio com ela dominada, toco pro Cocito, que é volante do meu time, pra logo depois receber na frente. Passo pelo Beckham, passo pelo Kaká ganhando na ombrada e deixo o Cristiano Ronaldo sentado no chão. Então eu lanço pro lateral do meu time e corro, sozinho, pra área, pra cabecear. Aí eu levanto a cabeça e vejo que o lateral é o Índio Irakinã. Então eu levo uma bolada muito forte na cabeça e acordo.

O da Natalie Portman: Eu estou numa festa e alguém me apresenta pra Natalie Portman. Nós conversamos e ela parece bastante interessada em mim. Nós continuamos conversando e ela continua parecendo interessada em mim. Se passam mais de 5 horas e ela continua interessada em mim (festa loooonga). E aí, quando eu estou me preparando pra chegar nela, eu me lembro que eu sou eu. Eu sei, não parece um pesadelo contando assim, mas é porque vocês nunca me viram tentando ficar com ninguém…

O do Justin : Não quero falar nisso de novo…

O do despertar sem fim: eu acordo e noto que estou sonhando. Aí eu acordo de novo, mas ainda sei que estou sonhando. Aí eu acordo de novo, mas ainda sei que estou sonhando. E de novo. E de novo. E de novo. Até que eu finalmente acordo de verdade. Mas percebo que estou preso dentro de um antigo rótulo de Pó Royal.

P.S: Diante da atual correria que virou a minha vida (dois dias por semana no Rio fazendo exames médicos, dois dias por semana em Viçosa trabalhando e dois dias em Juiz de Fora descansando, o que além de ser cansativo me faz desconfiar que alguém está me roubando uns 4 ou 5 dias por mês…) está sendo complicado escrever material novo pro blog, então nos próximos quinze dias eu devo ir publicando textos curtos ou então o material que sobrou ainda não publicado, por isso não se surpreendam com textos sobre a final da Copa de 70, resenhas de discos dos Beatles ou posts totalmente fora de qualquer contexto (ou apenas muito ruins). Mas assim que eu voltar ao mundo dos que não dormem em rodoviárias se preparem para muita diversão e azaração com a galerinha super-descolada de sempre.  E um suco de beterraba pra mim, garçom!

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