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Mais 4 sinopses para comédias românticas contemporâneas

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Casal apaixonado mas com várias diferenças de personalidade e temperamento, vive relacionamento longo mas tempestuoso, até que a mocinha recebe uma proposta para trabalhar em outro país. Obrigada a escolher entre o relacionamento e sua carreira, ela parece ter decidido ficar até que mais uma discussão a faz questionar o futuro daquele romance e concluir que talvez o melhor seja mesmo investir nela mesma. Já no saguão do aeroporto, se preparando para o embarque, um apaixonado mocinho invade o local e, carregando uma caixa de som, faz emocionante discurso e promete que se ela ficar tudo vai dar certo, tudo vai ser melhor, tudo vai ser pra sempre. Ela fica. Dois meses depois eles terminam. A oferta de emprego no exterior não apenas foi retirada como, por conta da crise, ela perde o antigo trabalho. Ela odeia o ex-namorado pra sempre. Ele precisou vender a caixa de som e voltou a morar com a mãe no interior de Minas Gerais.

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Arquivado em contos, Desocupações, romantismo desperdiçado, Sem Categoria, situações limite, Vacilo

Quadros que venho desenvolvendo para Paulo Silvino na próxima temporada do Zorra Total #1 e #2

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#Esse quadro começaria com o personagem de Paulo Silvino, um homem cuja aparência é a do Paulo Silvino e o jeito de andar e falar nos recordam muito o Paulo Silvino, ainda que não se chame Paulo Silvino, entrando em um prostíbulo em Manaus, repleto daquelas garotas seminuas que atuam como figurantes no programa, usando trajes mínimos. Chegando lá ele tentaria abordar as garotas de programa com papinhos do tipo “oi gatinha, quer subir com o papai” ou “o que eu preciso fazer pra dar um beijinho nessa boquinha linda” sendo sempre rechaçado com demonstrações extremas de sinceridade como “não quero, seu velho feio” ou “só nascendo de novo, tio”, que deixariam ele confuso e aturdido. Também teríamos interlúdios com outros clientes do bordel nos quais eles fariam perguntas retóricas que as prostitutas responderiam de forma sincera (“e aí, tá gostando do papaizão aqui?” – “não, estou nessa apenas pelo dinheiro”), momentos esses que seriam usados para piadas tópicas envolvendo política, futebol ou novelas da globo (“mas Moreira, sabe porque esse país não vai pra frente?” – antes que o Moreira responda uma das prostitutas dá uma declaração sobre como isso é culpa das altas taxas de juros praticadas pelo infeliz governo Dilma). O quadro terminaria com Paulo, chocado diante de tamanha sinceridade, olhando para a câmera e dizendo desconsolado “mas essa zona tá franca demais!” e uma música do tipo “CUEN CUEN CUEN” tocando ao fundo.

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Arquivado em Desocupações, homens trabalhando, Sem Categoria, Televisão, vida profissional

5 sinopses para comédias românticas com finais tristes

sarah marshall

Rapaz feio e complexado conhece por acaso garota bonita durante a festa de um amigo e ela se mostra interessada por ele. Os dois vão se encontrando outras vezes, sempre de forma acidental e fortuita, mas o jovem continua incapaz de acreditar que uma garota tão fisicamente bonita e disputada por outros caras esteja real e sinceramente atraída por ele, opinião essa que encontra eco em seus amigos e familiares, que também acham que ali deve ter alguma coisa de errado. Por fim ele acaba se apaixonando e por conta dessa nascente relação se vê obrigado a passar por um complexo (e bem-humorado) processo de crescimento pessoal que o leva a entender que somos todos humanos, o amor acontece e ninguém está “acima da liga de ninguém”. O auge do filme seria quando ele, informado por uma amiga em comum que a garota estaria se mudando para estudar artes cênicas em Chicago, finalmente toma coragem e a convida para jantar, se declarando com uma serenata em frente a janela do prédio em que ela mora. No jantar ela contaria que não, não estava afim dele, apenas se envolveu num esquema de pirâmide e precisava vender uma massa caseira de biscoito pra mais 5 pessoas, mas era dinheiro garantido, não tinha erro. Garoto compra massa e depois não consegue vender pra mais ninguém, porque essa coisa de pirâmide sempre dá merda no final.

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